Editora Reflexão

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CLAUDIA ALCANTARA

Mestre em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará - UFC (2008) e arquiteta e urbanista pela mesma universidade (2003). Graduada em Teologia pelo Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos - ICEC (2007). Membro da Fraternidade Teológica Latino Americana - setor Brasil, desenvolvendo artigos sobre liturgia e superação do racismo no espaço religioso evangélico. É presbítera da igreja Betesda em Fortaleza, Ceará.

CLÁUDIA ASSUMPÇÃO GONZAGA

Cláudia Assumpção é Doutorada em Letras e Estudos de Literatura Brasileira, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Participou a Produção Bibliográfica de GONZAGA, C. A. (RE)LENDO A LOUCA DA CASA. Revista escrita (PUCRJ. Online), v. 10, p. 1-8, 2009, e GONZAGA, C. A (RE)LENDO A LOUCA DA CASA: ARMADILHAS E TEORIAS DE ROSA MONTERO. IN: VERSIANI, Daniela Beccaccia (org.). Escritas de si: estratégias de leitura e produção teórica, crítica e literária. Rio de Janeiro: De Letras, 2010. (CD Book).

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Formada em Língua e Literatura Inglesas pela PUC-SP. Estudante de Direito na Universidade São Francisco - USF, campus de São Paulo. Aluna do programa de Iniciação Científica da Universidade São Francisco – USF, sob a supervisão do Prof. Dr. Ivan Oliveira da Silva.

 

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Mestre em Teologia, Filosofia e História. Doutor em Liturgia e Teologia Sistemática pelo Union Theological Seminary, Universidade Columbia, Nova York. Professor Associado de Liturgia no Theological Seminary, na Filadélfia. É autor dos seguintes livros: Eucharist and Globalization: Redrawing the Borders of Eucharistic hospitality (Wipf & Stock, 2013); Teologia do culto: entre o altar e o mundo. Estudos multidisciplinares em homenagem a Jaci C. Maraschin (org., Fonte Editorial, 2012); Oi Pai. Diálogos imaginários de um filho com o pai que já se foi (PerSe, 2011); e Transgressões: religião, performance e arte (Emblema, 2005). 

CRISTINA GUARNIERI

Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Mestre e Doutora em Ciências da Religião pela mesma universidade. Psicóloga clínica há 22 anos, atuando principalmente em consultório particular. Treinamento, qualificação e supervisão de voluntárias na área hospitalar da Associação de Apoio à Criança com Câncer (AACC). Docente no curso de extensão em Psicologia e Religião no COGEAE – Coordenação Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão da PUC/SP; e dos cursos de Especialização em Psicologia Junguiana, Psicossomática e Arteterapia e Expressões Criativas do Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa (IJEP). Coordenadora e editora da Revista Agnes: caderno de pesquisa em teoria da religião. Pesquisadora do Grupo NEMES – Núcleo de Estudos em Mística e Santidade na PUC/SP. Áreas de interesse, ensino e pesquisa voltada para a Psicologia e Filosofia da Religião, principalmente nos seguintes temas: angústia, morte, sofrimento e depressão, ética e bioética, luto, cuidados paliativos e religião.

CRISTINE NOGUEIRA NUNES

Formada pela Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI-UERJ, 1981), trabalhou em diversas empresas como designer gráfica, ingressando na PUC-Rio como professora do Curso de Design em 1993. Nesta instituição desenvolveu a pesquisa de mestrado “A tele-visão coletiva da história, possível usina para uma linguagem gráfica e simbólica” e, em 2010, defendeu a tese de doutorado “O desdesign da mamadeira, por uma avaliação periódica da produção industrial”. Desde então, além da tarefa docente, vem se dedicando a divulgar seus achados de pesquisa em palestras, videoconferências e no blog www.mamadeiranuncamais.blogspot.com.

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Cristine Nogueira Nunes [Porto Alegre, 1960], graduada pela ESDI, possui doutorado em Design pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro onde é professora há 17 anos.

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Pós-Graduação em Gestão de Recursos Humanos pela BSP - Business School São Paulo. Graduada em Turismo e Eventos pela Faculdade Integrada Santa Cruz em Curitiba (2009). Desde 2007 atua no trade do Turismo e Eventos, montando e coordenando equipes para eventos de grande porte. Atualmente, continua no mundo do turismo, porém atuando em Recursos Humanos com Treinamento e Desenvolvimento de Equipes

 

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DAISY FONSECA REBELLO
Radialista – Rádio atriz – Redatora – Produtora de TV.
Jornalista Profissional nº 9.844
Nascimento: 4/8/1925
Filiação: Antônio Fonseca e Maria Zimbardi Fonseca
Cônjuge: Manuel Bittencourt Rebello Jr.
Filhos: Marco Antônio Fonseca Rebello e Regina Maria Fonseca Rebello
Enteados: Manuel Bittencourt Neto e Ruth Maria Rebello Jorge

Minha Carreira profissional
Rádio e televisão, jornal e Relações Públicas
1941 – eu tinha 16 anos...
Eu frequentava o colégio São José (ginásio) e a escola de Belas Artes (desenho) quando foram lançados
os primeiros programas de rádio de auditório. E lá fomos nós: meu pai, minha irmã Gessy e eu, ao Salão
Explanada, atrás do Teatro Municipal. A Record transmitia de lá o programa “Palmolive no Palco”, com
o apresentador Otávio Gabus Mendes. Era um show de variedades, com a participação do público em
pequenas provas, mais cantores e orquestra. Participamos (Gessy e eu) de uma prova (lendo textos) e
quando o programa terminou Otávio procurou meu pai, dizendo que nós duas tínhamos boas vozes.
“ A Gessy, uma voz grave e eu voz de ingênua e pediu permissão para participarmos do radio teatro da
Record. Na semana seguinte estávamos no ar, ao lado de Manuel Durães e Dulcina de Moraes, os maiores
nomes do radio teatro, no programa “Mulheres Famosas””.

1941 – Rádio Cruzeiro do Sul
Da Record fui para a Rádio Cruzeiro do Sul, participando do programa “Feira de Amostras” ao lado de Blota
Junior e Vicente Leporace, e outros programas variados.

1942 – Rádio Bandeirantes
Meses depois fui contratada pela Rádio Bandeirantes como Radio Atriz, onde Ivany Ribeiro produzia
“Cinema em Casa” radiofonizando os grandes filmes (antes de serem apresentados no cinema), para as
noites de domingo. Eu participava também das novelas que ela criava e do programa “Aquarela”, fazendo
par romântico com Walter Forster, Jota Silvestre, Osíris Mendes Caldas. O maior sucesso! Uma audiência
fantástica! Uma noite, interpretando Santa Bernadete do filme “A canção de Bernadete”, no Cinema em
Casa, Otavio Gabus Mendes me ligou elogiando nosso trabalho e nos convidando para irmos para a
Rádio Tupi-Difusora com ele. E...fomos! Minha “mestra” Ivany Ribeiro e...eu!

1943 – Rádio Tupi-Difusora
Éramos contratadas e passávamos quase o dia todo lá, por isso precisei deixar a Escola de Belas Artes.
Interpretávamos todo tipo de programas. “O Teatrinho das 5 horas” (histórias radiofonizadas pela Ivany),
novelas, programas humorísticos, sertanejos, filmes radiofonizados. A rádio era nosso lar e os colegas,
uma família! Grande nomes formavam o elenco: Cacilda Becker, Laura Cardoso, Janete Clair, Gessy
Fonseca, Lia Borges de Aguiar , Lima Duarte, Ribeiro Filho, Homero Silva, Dionísio de Azevedo, César
Monteclaro, Cassiano Gabus Mendes e tantos outros, sob a direção de Otavio
Gabus Mendes, Oduvaldo Viana, Túlio de Lemos e outros diretores. Uma
vez por mês (sábado) apresentávamos os programas ao vivo no auditório
em traje de gala. Muitos sábados encenávamos também peças clássicas de
teatro como: “Manhãs de Sol”, “Rosas de todo ano”. (Tomei parte nessas duas
peças ao lado de Cacilda Becker). No período da 2º guerra, participávamos do
programa “Canção do Expedicionário Brasileiro” dirigido por Túlio de Lemos,
ao vivo, no Auditório, encenado, ocasião em que foi escolhida a Canção do
Expedicionário. Foi um tempo mágico, inesquecível! Nessa época, meu “slogan”
era: “A voz mais doce do rádio paulista”. Em 1946, Rebello Jr. (o homem do gol
inconfundível), locutor esportivo da Tupi-Difusora, depois de eleger Ademar
de Barros como Governador de São Paulo, foi dirigir a Rádio Bandeirantes. Rebello levou da Tupi-Difusora
um grupo de excelentes rádioatores e rádioatrizes, cantores e orquestra. Lutou muito. Trabalhou muito
e fez da Bandeirantes uma emissora de sucesso e progresso em pouco tempo! João Saad continuou e
ampliou essa estrada. Eu permaneci na Tupi-Difusora mais um ano, cumprindo o resto do meu contrato.
Aí comecei, aos 18 anos, a me tornar redatora de rádio. Com a experiência como rádioatriz junto a Ivany,
vivendo seus textos, fui seguindo seus passos na técnica de escrever. Recebi por herança o seu “Teatrinho
das 5 horas” (as ouvintes mandavam histórias e eu radiofonizava). Meu contrato terminou e fui chamada
pelo Rebello Jr. E contratada pela Bandeirantes como redatora de programas e novelas e a Tupi-Difusora
contratou VIDA ALVES para me substituir, (hoje luta pela implantação do Museu da TV brasileira).

1947 – Rádio Bandeirantes
Fiquei na Bandeirantes como redatora de programas e novelas, alem de rádioatriz durante um ano e
meio.

1948 - De tanto viver e escrever histórias de amor e conhecer melhor o Rebello Jr., me apaixonei por ele,
nos casamos pelo consulado do México (ele era desquitado). Parei de trabalhar em rádio e fui ser mãe
de dois enteados e estrela do lar por alguns anos.

Retorno ao rádio

1952 – Rádio Tupi (Rio)
Meu marido Rebello Jr., foi para a Rádio Nacional do Rio como locutor esportivo da rádio e TV e depois
transferiu-se para a Rádio e TV Tupi (Rio).

1952 – 1956- Rádio Tupi ( Rio)
Fui contratada pela Rádio Tupi (Rio) para escrever o “Teatrinho das 3 horas, radiofonizando histórias que s
ouvintes enviavam como já fizera na Tupi–Difusora.

1957 – TV Paulista
Subestação em Santos da TV Paulista (hoje Globo), escrevendo histórias e novelas. Meu marido, Rebello
Jr., foi quem implantou a emissora em Santos.

1965 – 1970 – Rádio Excelsior e Jovem Pan
Hebe Camargo estava afastada da TV, depois de seu casamento. Ela me convidou para criar um programa
para ela que seria gravado em sua casa e transmitido às 15h, diariamente. Criei então o “Mulher 65”,
começando todos os dias com a crônica “DE MULHER PARA MULHER”, uma mulher padrão, falando com
intimidade sobre o universo do seu lar, do portão da rua ao portão do fundo. Juntando a inteligência,
vivacidade e alegria da Hebe aos meus textos, numa linguagem como ela falava, tudo parecia super
autêntico, nem parecia programa escrito (15 a 18 páginas diárias). Da Excelsior o programa foi para a
Jovem Pan. Um sucesso enorme durante cinco anos, o que comprova o público fiel de senhoras idosas
que até hoje acompanham a Hebe. Ao mesmo tempo lancei no jornal Shopping News, City News, de
distribuição gratuita, a coluna “Mulher 65”, com o subtítulo “De Mulher para Mulher” que se tornou depois
a página “De Mulher para Mulher” por muitos anos. Realizava ao mesmo tempo a função de Relações
Públicas dos jornais Shopping News.

Televisão
1967 – 1969 – TV Tupi
Simultaneamente ao programa de rádio de Hebe e da página “De Mulher para Mulher”, produzi para a
Revista Feminina, apresentada por Maria Thereza Gregori na TV Tupi o quadro “Roteiro das Profissões”
(em texto sobre a profissão destacada e uma entrevista com a figura de sucesso da referida profissão).
1967 – 1969 – TV Bandeirantes
Idealizei para a TV Bandeirantes o programa “Na minha casa todo mundo é bamba” (título da música de
sucesso na época, de Jair Rodrigues). O programa foi uma inovação. Uma competição entre duas famílias
de bairros diferentes, transmitido de três locais. Um apresentador em cada casa: Luis Aguiar e Celso
Teixeira nas casas, e como mediador no estúdio da Bandeirantes, Vicente Leporace ao lado do placar.
O programa conseguiu uma audiência enorme, muita matéria nos jornais e revistas, merecendo até uma
homenagem do presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Sr. José Marin (Diário Oficial 3/5/1969),
pela idéia, conteúdo e objetivos do programa, que depois de bom tempo passou a chamar-se “BAIRRO x
BAIRRO”.

1970 – 1980 - TV Tupi

Em 1970 meu marido Rebello Jr. faleceu. Um período político difícil para as emissoras de TV. Depois de 4
meses procurando emprego, Cassiano Gabus Mendes leu meus projetos e me contratou como produtora
(Obrigada, meu grande amigo!).
Programa infantil – TUP –TUP – Show – A apresentadora Giovana (15 anos na época) conversava com
bonecos animados por Fred (tipo Louro José). As escolas convidadas levavam seus
alunos. As professoras realizavam as atividades que faziam na escola (modelagem
com massa aproveitamento de sucata, tapeçaria, origami) ensinando as crianças
que assistiam ao programa. Outras atrações (concurso de culinária infantil, desfiles
de moda e penteados infantis), SOS Colaboração, Amigo (auxílio e visitas a creches
e asilos). Tudo isso intercalado com bons desenhos animados: Pantera Cor-de-Rosa,
Mickey, Tom e Jerry, He Man, Pato Donald, Pica-Pau e outros.

Em 2002 (32 anos depois) recebi um prêmio da PRO-TV, por esse programa
(Obrigada!).
Programa Feminino – No Balanço da Tarde
Um programa dinâmico, destacando assuntos do cotidiano dos jornais e revistas.
Tudo sobre o universo feminino em flashes, com apresentadoras que se revezavam:
Cleide Chiara, Irenita e outras.

1980 – Fechamento da Tupi

1983 - Aposentadoria

1985 – 1990 – Grupo I De Jornais
Página “SUPER OFERTAS” – textos e fotos de produtos e matérias de capa – “Dicas da Daisy” (Economia
doméstica, artesanato, curiosidades).

1989 a 1994
Coordenação de cursos e palestra do psicólogo Durval Guelf – “Equilíbrio Emocional” e Relações públicas
do ASPIN – ANTI – STRESS – PERFORMANCE – INSTITUTE.

2003 – Lançamento do Livro “Gestos de Amor – Histórias Verdadeiras”
Gestos de amor, solidariedade, carinho e dedicação que eu fui encontrando pela minha estrada.

2011 – Lançamento do livro digital “ São Paulo, meu cenário, meu caminho...” (produção independente)
Histórias que eu vivi, ou assisti dentro dos ônibus (homenagem a Mário Covas, ex-prefeito de São Paulo,
que criou o bilhete grátis para os idosos). O livro termina com meus desenhos do Colégio São José e
Escola de Belas Artes (1940 – 1942), editado pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.
DAISY FONSECA REBELLO

DANIEL AUGUSTO SCHMIDT

Possui graduação em Bacharel em Teologia pela Universidade Metodista de São Paulo (2005), graduação em Complementação Teológica pela Faculdade de Teologia Metodista Livre (1998), graduação em Jornalismo - Faculdades Integradas Alcântara machado (1995) e mestrado em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (2008). Atualmente é professor - Inst. Cristão de est. Contemporâneos. Tem experiência na área de História, com ênfase em História, atuando principalmente nos seguintes temas: década de sessenta, igreja metodista, protestantismo, crise e conservadorismo. Desde Novembro de 2012 atua no grupo de trabalho sobre o papel das igrejas durante o regime militar da Comissão Nacional da Verdade.

DANIEL BATISTELA

José Daniel Batistela , pastor e missionário presidente da missão Jocum- Rio Branco. Bacharel em ciências sociais pela universidade federal do Acre. Possui Doutorado em psicanálise clínica pela faculdade Betel- Fatebov, mestrando em etno-lingüística pela Universidade das nações, YWAM , Hawai.
Esposo de Fátima Inês Arantes Baristela, pai de Priscila, Carolina, Daniela, Ana Lucia , Rebeca , Isaque e Adelaide. Fátima Inês Arantes Batistela , co-autora , bacharel em teólogia, pastora missionária de Jocum - Rio Branco.

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Daniel Gouvêa é Bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Batista Livre e pelo Instituto Metodista Izabela Hendrix. É mestre (Th.M) em Teologia e Exposição Bíblica do Novo Testamento pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida. No momento é aluno especial no programa de mestrado em metafísica (filosofia) da Cátedra Archai UNESCO na Universidade de Brasília (UnB).
Daniel Gouvêa é pastor da Igreja Batista Livre Nacional em Brasília DF além de professor de grego e teologia nos Seminários Betel Brasileiro e no Instituto Educacional Evangélico do Centro-Oeste.
 É casado com Fabiana Mayrink Gouvêa e pai da Ana Letícia (8) e Larissa (5).

 

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Farmacêutico e Teólogo pela UNIGRANRIO

Tem MBA em Gestão de Pessoas pela FGV e Pós Graduação em Teologia, Ministério com Juventudes pela UNIFIL, sediado em parceria com FLAM (Faculdade Latino Americana de Teologia Integral).

Habilitado em Personal & Professional Coaching pela Sociedade Brasileira da Coaching.

Casado com Elaine Macedo a 10 anos,com quem tem uma filha, Alice.

Atualmente servindo no pastoreio de jovens e adolescentes na Primeira Igreja Batista em Agostinho Porto, São João de Meriti, Rio de Janeiro

 


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